INFLUÊNCIA DA PUBLICIDADE SOBRE O CONSUMO DE MEDICAMENTOS NUMA COMUNIDADE UNIVERSITÁRIA DE JOÃO PESSOA-PB

Autores

Palavras-chave:

Propaganda., Automedicação., Consumo., Universitários.

Resumo

O Brasil está entre os países que mais consomem medicamentos, o que explica o grande investimento na propaganda de remédios. A publicidade é definida como “um conjunto de atividades de persuasão que tem como objetivo tornar mais conhecida e/ ou prestigiada determinada marca, com o intuito de exercer influência sobre o público”. Na Paraíba, não foram verificados estudos recentes neste tema, o que coloca esse trabalho como um novo olhar sobre essa temática. Assim, objetivou-se avaliar a relação usuário/propaganda/consumo, a partir das impressões de universitários, sobre as publicidades de medicamentos. Para isso, foi realizado um estudo quantitativo de caráter exploratório, tomando como amostra 126 universitários de ambos os sexos e de todos os cursos do Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes da Universidade Federal da Paraíba. O instrumento de coletas de dados utilizado foi um questionário semiestruturado, cruzando as variáveis através de testes de qui-quadrado e teste exato de Fisher, quando p<0,05. A prevalência de automedicação entre esses universitários foi sempre maior entre as mulheres, nas seguintes frequências: Às vezes (30,15%) e frequentemente (19,05%), bem como a motivação em comprar medicamentos. Dos elementos que motivam a compra de medicamentos estão: a indicação de amigos (80,95%), seguida da indicação do balconista (56,35%) e a propaganda na TV (54,76%). Mesmo com uma RDC vigente (96/08), não há mudança na cultura do consumo de medicamentos, já que as motivações em usá-los se dá não só pela propaganda na TV, como também por indicação de outras pessoas.

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Publicado

2018-12-15

Como Citar

Torres, L. V., Serrano, R. M. . S. M. S. M., & Coêlho, H. F. C. (2018). INFLUÊNCIA DA PUBLICIDADE SOBRE O CONSUMO DE MEDICAMENTOS NUMA COMUNIDADE UNIVERSITÁRIA DE JOÃO PESSOA-PB. Revista De Ciências Da Saúde Nova Esperança, 16(3), 7–18. Recuperado de http://revistanovaesperanca.com.br/index.php/revistane/article/view/15

Edição

Seção

Ciências da Saúde/Artigo Original