ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM A PACIENTES SÉPTICOS EM UMA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA ADULTO

Autores

  • José Melquíades Ramalho Neto
  • Márcia Abath Aires de Barros
  • Marcos Francisco de Oliveira
  • Wilma Dias de Fontes
  • Maria Miriam Lima da Nóbrega

Palavras-chave:

Sepse, Enfermagem, Processos de enfermagem, Cuidados críticos, Unidades de terapia intensiva

Resumo

Trata-se de um estudo de campo, desenvolvido com o objetivo de implementar o processo de enfermagem à luz da Teoria das Necessidades Humanas Básicas e da Taxonomia II da North American Nursing Diagnosis Association (NANDA) para identificar os principais diagnósticos de enfermagem em adultos sépticos hospitalizados em uma Unidade de Terapia Intensiva da cidade de João Pessoa-PB. A amostra foi composta por seis pacientes que foram classificados segundo 4 níveis: síndrome da resposta inflamatória sistêmica (SIRS), sepse, sepse grave ou choque séptico. Os dados foram coletados com o auxílio de um instrumentopadrão (histórico de enfermagem) utilizado na admissão dos pacientes, além das técnicas de entrevista, observação, exame físico e registro de informações nos prontuários. Os resultados evidenciaram que 50% dos pacientes foram classificados como sepse; 33,3% como SIRS e 16,7% como choque séptico no momento da inclusão na pesquisa, sendo estabelecidas 19 categorias diagnósticas em um montante de 52 diagnósticos de enfermagem identificados, com uma média de 8,7 diagnósticos por paciente, destacando a Taxonomia II da NANDA como um importante instrumento para a denominação desses diagnósticos e para a prática clínica. Ressalta-se a importância dos enfermeiros envolvidos no cuidar desses pacientes críticos utilizarem tais diagnósticos como referência para discussão, favorecendo a universalização da nossa linguagem científica e a sistematização do cuidado.

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Publicado

2011-12-15

Como Citar

Ramalho Neto, J. M., Aires de Barros, M. A., de Oliveira, M. F., de Fontes, W. D., & da Nóbrega, M. M. L. (2011). ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM A PACIENTES SÉPTICOS EM UMA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA ADULTO. Revista De Ciências Da Saúde Nova Esperança, 9(2), 18–27. Recuperado de http://revistanovaesperanca.com.br/index.php/revistane/article/view/379

Edição

Seção

Ciências da Saúde/Artigo Original

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